2009-11-11

Caim


Pode-se gostar ou não!
Eu li e gostei.

2009-11-03

Naquele tempo...

2009-10-27

Por esse Alentejo fora...

2009-10-20

Arrufo de namorados?...

(Pintura de Matisse)

Costa do Norte, mar muito azul e praia quase deserta.
O carro branco parou no alto da falésia.
Um homem e uma mulher saíram do carro.
Sem uma palavra nem um olhar, ele começou a descer as escadas.
Ela seguia-o um pouco mais atrás.
Chegados ao areal ela desdobrou a toalha, despiu o vestido e em biquini estendeu-se na toalha.
Ele continuou a caminhar praia fora. Lá ao fundo, mal se avistava, despiu a camisola e sentou-se na beira-mar.
E eu... cá no alto sentada no carro fiquei a pensar: " Arrufo de namorados, solidão a dois num casamento em crise?"
Nem uma gaivota nem um barco no mar. Cenário composto e a condizer com os personagens.
Quem sabe se o Manoel de Oliveira não faria desta estória (sem estória), um dos seus filmes...

2009-10-14

A árvore dos passarinhos!

Quando chegava o lusco-fusco, eram milhares de passarinhos naquela árvore.
Saltavam freneticamente de ramo em ramo tentando arranjar um espaço onde passar a noite.
E olhem que não era fácil porque ( exagerando um pouco...) havia quase tantos pássaros como folhas!
Toda a gente parava para ver aquele " desassossego" e escutar aquela sinfonia. Aquilo era uma árvore musical!
Este ano nem uma ave se vê naquela árvore. Todas se recolheram no canavial e é daí que se pode ouvir a sinfónica chilreada.
Perguntei à Zília que é muito entendida em animais e plantas. E ela disse-me:
- Devem ter apanhado um susto! Alguém atirou pedras à árvore, alguém tentou apanhá-los de noite, ou... e agora digo eu: " não seria gato guloso" que andou por ali a rondar o passaredo?
Fica a incógnita e o espanto.
Como se avisaram uns aos outros?
Porque não ficou nem meia dúzia?
A que "voz de comando" obedeceram?
O que constatamos é que a árvore ficou silenciosa, fazia e ... desconfio, muito triste!
Já agora cliquem no endereço:





















2009-10-11

Já que tanto se fala...e eu gosto.

2009-10-04

Nevoeiro

Olhos baços
de nevoeiro
perdem-se no ar
as gaivotas
barcos perdidos
navegam
sem rumo
procurando
como porto de abrigo
praias remotas
,,,,,,,,,
(Há oito dias que o nevoeiro veio e ficou na minha janela...)

2009-09-28

Brrrrr...


Ele, jovem ainda, chegou apressado.
Abriu a porta do carro e saiu. No banco traseiro estava um cão branco, grande e bonito.
Pegou-lhe na trela e lá foram em passo rápido pelo passeio.
Ao fundo, onde o passeio acaba, o cão fez as "suas necessidades". Desceram a rampa e no mesmo passo rápido caminharam pela praia até chegarem às escadas que os devolveram à estrada onde estava o carro. Entraram e rapidamente desapareceram.
Gostaria muito de ter dado um murro no "focinho" daquele jovem.
O cão, esse, não tem culpas da estupidez do dono. Creio mesmo que se este animal tivesse "consciência humana" (mas não igual à do dono), teria latido cheio de vergonha!
A mim, ao ver estes "mal formados donos de cão", o que me apetece é ROSNAR-LHES E MORDER-LHES AS CANELAS!
; (


2009-09-19

Cuidado, ela anda por aí...

(Clique no endereço)
«Enviado pela Celeste»

http://www.youtube.com/watch?v=k9kf5n3Wmh4


2009-09-14

Vida tão Estranha

(Para ouvir clique no endereço)

http://www.youtube.com/watch?v=cAahPzqKfQU


2009-09-11

Águas de Verão

(Clique no endereço)

2009-08-31

Cogumelos!

Hoje, já rareavam os cogumelos coloridos da praia. Até deu para contá-los: eram 16!
Os banhistas refrescavam-se na água gelada da Baía de Sines, tentando amenizar esta canícula retardada de Setembro.
Eu procurei um cantinho na ponta sul do calçadão e uma brisa fresquíssima deliciou-me.
Imaginem que atravessando oceanos e mares despoluídos trazia um cheirinho a maresia que me fez recuar às adolescências de S. Torpes.
Gostei do regresso ao passado e respirei profundamente aquela frescura cheirosa, tão difícil de alcançar hoje em dia!
Perto das onze horas regressei para vos contar esta minha viajante aventura pelos sentidos.
Que a canícula não vos martirize!
Desejo-vos um sopro de brisa! (Se possível com maresia!)
;)
( Canção mexicana na voz de Ana Lúcia)

2009-08-21

As Árvores e os Livros


As árvores como os livros têm folha
se margens lisas ou recortadas
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

(Jorge Sousa Braga)

Belo poema enviado pela minha Amiga Sissi, funcionária na Biblioteca Municipal de Santo André



2009-08-10

Um dos cantores preferidos da nossa Kenia!